domingo, 16 de junho de 2013

Preços do Petróleo Sobem Com Foco no Oriente Médio

LONDRES, 14 Jun (Reuters) - Os futuros do petróleo fecharam em alta nesta sexta-feira, após notícias de que os Estados Unidos autorizaram o envio de armas para os rebeldes sírios, o que despertou preocupações sobre a oferta da commodity no Oriente Médio.
Apesar de a Síria não ser crucial para a oferta mundial de petróleo, os investidores temem que um agravamento na guerra civil acabe por envolver outros países e mergulhe toda a região produtora de petróleo em conflito.
Os Estados Unidos concluíram que as forças do presidente sírio, Bashar al-Assad, usaram armas químicas na luta contra rebeldes na Síria, e o presidente norte-americano, Barack Obama, decidiu oferecer assistência militar direta à oposição síria.
"Eu acho que o foco, pelo menos para o petróleo, está mudando lentamente para a geopolítica. Nós tivemos uma semana inteira de notícias sobre a Líbia", disse Amrita Sen, analista-chefe de petróleo da consultoria londrina Energy Aspects.
O petróleo Brent fechou em alta de 0,98 dólar, a 105,93 dólares por barril, após registrar mais cedo 106,64 dólares.
O Brent fechou a semana com ganhos de 1,3 por cento.
O petróleo nos EUA avançou 1,16 dólar, encerrando a 97,85 dólares, o maior nível desde janeiro, após tocar uma máxima de noves meses de 98,25 dólares. O contrato fechou a semana com ganhos de 1,9 por cento.
(Reportagem de Jessica Donati)

Eletrobras Solicita Gestão Compartilhada de Distribuidoras no Norte ao Cade

SÃO PAULO, 14 Jun (Reuters) - A Eletrobras pediu autorização prévia ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para assinatura de acordo de acionistas com governos do Amapá e de Roraima visando a gestão compartilhada das distribuidoras de eletricidade CEA (AP) e CERR (RR), informou em comunicado nesta sexta-feira.
A estatal federal informou que, neste momento, não há negociação para aquisição pela Eletrobras de ações das empresas.
A Eletrobras já tinha fechado protocolo de intenções, ao final de 2012, para assumir o controle acionário das distribuidoras, sendo que o passo seguinte seria um acordo de gestão e de acionistas.
No final de abril, o diretor de Distribuição da Eletrobras, Marcos Aurélio Madureira, disse que a aquisição por parte da estatal de 51 por cento das distribuidoras do Amapá (CEA) e de Roraima (CERR) não deveria ser finalizado em 2013.
A expectativa é que o processo de aquisição do controle das empresas seja similar ao da federalização da distribuidora de Goiás, Celg (GO), no qual a Eletrobras assume as companhias após saneadas as dívidas.
O processo de federalização de distribuidoras estatais do Norte do país acontece enquanto a Eletrobras passa por um momento de reestruturação que inclui plano de demissão e poderá significar na venda de outras distribuidoras do grupo.
A empresa busca se ajustar a uma nova realidade de receita --que sofreu redução de mais de 8 bilhões de reais no ano-- após o processo de renovação das concessões do setor elétrico.
(Por Anna Flávia Rochas)

CEO da EADS Descarta Nova Tentativa de Fusão Com BAE

LONDRES, 16 Jun (Reuters) - O presidente-executivo da empresa aeroespacial europeia EADS descartou uma nova tentativa de fusão com a britânica BAE Systems, dizendo que ambas as empresas seguiram em frente após o fracasso no acordo de 45 bilhões de dólares no ano passado.
Em uma entrevista ao jornal Sunday Times as vésperas do evento Paris Air Show, Tom Enders disse que o negócio, que fracassou por diferenças políticas entre a Alemanha, França e Grã-Bretanha, não seria ressuscitado.
"Esta janela está fechada", disse ele ao jornal. "Ambas as empresas seguiram em frente. A oportunidade que vimos há um ano passou por anos."
Uma aliança entre a EADS, controladora da Airbus, e a empresa britânica teria criado uma gigante de defesa aeroespacial europeia, mas as empresas não foram capazes de superar a oposição política, liderada pela Alemanha.
(Por Paul Sandle)

Boeing Irá Lançar Avião 787-10 já Com Encomendas de US$30 Bilhões

Por Tim Hepher
PARIS, 16 Jun (Reuters) - A fabricante de aviões dos Estados Unidos Boeing irá lançar uma versão maior de seu 787 Dreamliner nesta semana com até 100 pedidos no valor de 30 bilhões de dólares, disseram fontes da indústria neste domingo.
A nova adição à frota da Boeing, o 787-10 com 323 assentos, é em parte destinado a atender rotas em rápido crescimento na Ásia e aguçar a briga com a europeia Airbus pelas vendas da nova geração de jatos mais eficientes e com peças de carbono.
A decisão de ir em frente e construir uma nova versão, apoiada por mais de 100 encomendas, distribuídos por cinco ou seis clientes de lançamento, está prevista para ser anunciado na terça-feira na Paris Airshow. Algumas ordens podem ser convertidos a partir da demanda existente para jatos menores.
A Boeing não quis comentar.
"Nós não temos nenhum comentário, mas nós estamos tendo discussões com nossos clientes sobre o potencial para o 787-10X", disse um porta-voz da Boeing, referindo-se ao nome de trabalho dado ao projeto.
O Dreamliner 787-10 iria competir em parte com A350 da Airbus, que realizou seu voo inaugural na sexta-feira.

CVC, Ri Happy e Outras Marcas Famosas Abrem Franquia; Veja Mais Opções

Para acelerar a expansão de suas redes e alcançar cidades do interior, marcas antigas no mercado estão aderindo ao modelo de franquias. CVC (agência de turismo), Havaianas (chinelos), e Ri Happy (brinquedos) são exemplos de redes que recentemente entraram para o franchising.
Segundo a presidente da ABF (Associação Brasileira de Franchising), Cristina Franco, o momento favorável do setor de franquias tem atraído grandes marcas e indústrias para este mercado.
Só no ano passado, o setor faturou R$ 103,2 bilhões, alta de 16,2% em relação a 2011 (R$ 88,8 bilhões).
De acordo com a presidente da ABF, ao franquear o negócio, a empresa aumenta sua presença no mercado, se aproxima do público e ganha valor de marca. "A soma disso tudo é o aumento das vendas e do faturamento da rede", diz.
A CVC, por exemplo, aderiu ao sistema de franquias em dezembro de 2012, quando já tinha mais de 700 unidades em operação. Havaianas, que antes apenas produzia chinelos, passou a franquear lojas com produtos próprios.
"Além das redes de varejo que estão franqueando suas unidades, há um movimento grande de indústrias para o setor de franquias", declara Franco.
O gerente do Sebrae-SP (Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa), Arthur Achôa, segue a mesma linha de raciocínio. Para ele, a possibilidade de abrir novas lojas com capital de terceiros é um grande atrativo no franchising.
"Muitas marcas viram potencial de mercado em regiões menores, principalmente no interior do país. Então, elas utilizam as unidades franqueadas para atender estas localidades", diz.
Já a Ri Happy, segundo o diretor de expansão e novos negócios da empresa, Renato Floh, busca atingir mercados que antes não eram o foco da rede, como as cidades do interior.
"Com o modelo de franquias conseguiremos acelerar nosso plano de expansão, atingindo cidades menores que não seriam prioritárias para a abertura de lojas próprias", afirma.

CUIDADOS AO ESCOLHER UMA FRANQUIA

Tempo de mercadoVerifique há quanto tempo a rede atua no mercado. Se a franquia for nova, veja o número de unidades próprias. É por meio delas que a franqueadora adquire experiência e conhecimento da área que irá transmitir aos franqueados
Pesquisa com franqueadosAs redes são obrigadas a apresentar a COF (Circular de Oferta de Franquia) para os interessados. O documento deve indicar endereço, nome e telefone de franqueados e ex-franqueados. É importante ligar para o maior número possível para saber sobre investimento, faturamento, tempo de retorno e lucro
FaturamentoDesconfie de número fantásticos. O ideal é avaliar mais de uma franquia do setor que deseja ingressar para ver se os números são similares. Segundo a ABF, o lucro varia de 10% a 15% sobre o faturamento
Prazo de retornoA ABF trabalha com o prazo de retorno de 18 a 24 meses para microfranquias, que exigem um investimento mais baixo, e de 36 meses para franquias, que necessitam de investimento maior
Assinatura de contratoO negócio só pode ser fechado após o prazo de 10 dias da entrega da COF. O objetivo é evitar a assinatura por impulso. A COF informa o número de franqueados ativos e inativos (nos últimos 12 meses), com telefone, ações judiciais contra a empresa e estimativa de investimento, faturamento etc.

Com marca conhecida, risco pode ser menor

Para a diretora de marketing do Grupo Bittencourt, consultoria em franchising, Lyana Bittencourt, ter nome no mercado reduz os riscos de fracasso da operação. No entanto, ela afirma que ainda assim o interessado em se tornar franqueado precisa tomar alguns cuidados.
Segundo Bittencourt, é importante checar o suporte oferecido pela rede. "Por ter um grande número de lojas próprias, pode ser que a matriz dê menos importância aos franqueados. A importância para os dois canais de venda deve ser a mesma", afirma.
A consultora afirma que quando as empresas aderem ao franchising criam departamentos separados para vender a franquia e dar suporte ao franqueado.
"Esse é um sinal positivo. Algumas empresas criam até outro CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) para franquear o negócio, pois além de facilitar a contabilidade, o foco de atuação é diferente", declara.
Quando a marca começa a franquear o negócio, os primeiros franqueados podem conseguir taxas mais baixas e localizações privilegiadas, de acordo com Bittencourt. No entanto, o risco do investimento é maior porque não há o comparativo com outras unidades.
"Para ter mais segurança, o empreendedor pode verificar o balanço da empresa franqueadora, que é obrigatório estar na COF (Circular de Oferta de Franquia) e conhecer lojas próprias da rede. Mas, os gerentes das lojas podem se negar a fornecer dados sobre faturamento por serem funcionários e não donos do negócio", declara.

Indústria Faz Misturas Como Pipoca Com Goiabada Para Renovar Público

Grandes empresas têm apostado no lançamento de produtos tradicionais com novos sabores, alguns deles inusitados, para chamar a atenção do consumidor na gôndola dos supermercados. A estratégia atrai sobretudo o público jovem, que muitas vezes participa da criação dos produtos.
A Yoki lançou recentemente uma pipoca para micro-ondas com cobertura de queijo e goiabada. Segundo a empresa, a ideia foi agradar sobretudo aos casais, uma vez que o sabor faz alusão à mistura conhecida como "Romeu e Julieta".
A batata-palha sabor hot dog, com os sabores de ketchup e mostarda, foi outro lançamento recente da Yoki. O objetivo, nesse caso, foi facilitar a vida do consumidor na hora em que ele monta o seu lanche, para que ele não precise adicionar muitos ingredientes.
A PepsiCo costuma consultar os consumidores para que eles escolham os sabores da batata Ruffles que serão colocados à venda.
"Muitos sabores são criados a partir de pedidos dos consumidores por SAC e redes sociais, além de pesquisas de mercado que a marca está constantemente fazendo. As edições limitadas são muito importantes para que a marca traga sempre inovação em produtos, porque os adolescentes são muito antenados e querem sempre experimentar novidades", diz o diretor de marketing da PepsiCo Brasil, Gonzalo do Pico.
No ano passado, a empresa colocou no mercado uma linha chamada de Super Onda, em edição limitada, que contava com três sabores: limão, pizza e costelinha. O sabor costelinha acabou sendo incorporado definitivamente neste ano.
Em 2011, os clientes também escolheram outro sabor para a marca. O concurso "Faça-me um sabor", alvo de uma grande campanha publicitária e nas redes sociais, convidou os consumidores a criar novas versões.
Quase 2 milhões de inscrições foram registradas e, ao fim, uma eleição foi feita entre três finalistas: Strogonuffles (sabor estrogonofe), Honey MOONstard (mostarda e mel) e YaksiOBAAA (yakisoba). O vencedor foi o estrogonofe, que ficou no mercado até o fim daquele ano.

Eleição definiu sabor de refrigerante

A Fanta, marca da Coca-Cola, também apostou numa espécie de eleição para decidir o novo sabor que colocaria no mercado: morando ou maracujá. O vencedor foi o maracujá, que se juntou aos sabores laranja e uva.
A Fanta é vendida, fora do Brasil, em diversos outros sabores, como maçã, abacaxi e pêssego. No Brasil, uma versão sabor guaraná chegou a ser vendida nos anos 70, mas foi tirada do mercado. Ela está disponível para venda em alguns países latinos atualmente, como o Paraguai.
A Lacta tem investido frequentemente na criação e novos sabores para o chocolate Bis (o mais recente foi o Yogo, de iogurte com frutas vermelhas). O produto foi desenvolvido para ser consumido gelado. Segundo a empresa, a ideia surgiu da constatação de que muitos consumidores colocavam o chocolate na geladeira antes de comer.
"Os consumidores buscam novidades o tempo inteiro. Eles se sentem atraídos pelos produtos novos que aparecem nos supermercados. Para a marca Bis, que já tem 70 anos, a criação de novos sabores traz uma jovialidade importante", diz Adriana Nogueira, gerente de produto da marca Bis.

Protestos e Onda de Violência Põem Segurança no Foco da Disputa Eleitoral em São Paulo

Enquanto os paulistas se deparam com o aumento da violência no Estado e as ruas da capital são palco de confrontos devido à ação da polícia na tentativa de conter as manifestações contra o aumento da tarifa de ônibus, as duas principais forças políticas paulistas, PSDB e PT, se posicionam no tabuleiro da disputa pelo Palácio dos Bandeirantes no ano que vem. De ambos os lados, a certeza é uma só: o tema segurança pública será o foco do debate.
Tentando manter a popularidade no atual patamar – 52%, segundo o último Datafolha – para garantir uma reeleição tranquila, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) acaricia seu eleitorado ao defender a ação da Polícia Militar e classificar como "políticos" e de "vandalismo" os atos, liderados pelo Movimento Passe Livre (MPL), contra ao aumento da passagem. Por sua vez, embora negue ser candidato, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pelo lado petista, de olho na população que apoia o movimento – 55%, de acordo com o Datafolha -, critica os "abusos" da polícia tucana e se prontifica aenviar "ajuda federal" para tentar conter o aumento das manifestações e possíveis atos de violência.
"Não sou candidato a governador, mas, evidentemente, diante de certas situações que dizem respeito ao setor segurança pública, nós temos que nos manifestar sob pena de omissão", explica Cardozo, que no último dia 8, em entrevista ao jornal "O Estado de S.Paulo", afirmou que Alckmin politizava o debate ao ligar o aumento da violência com problemas na vigilância das fronteiras brasileiras. "Quem primeiro acusou o governo federal, infelizmente, foram autoridades de São Paulo. Eu respondi isso", reitera Cardozo. Em defesa de Alckmin, o líder tucano na Câmara Federal, deputado Carlos Sampaio, garante que em nenhum momento o governador politizou a discussão e que as ações do governo "correspondem às expectativas do povo paulista". Sobre as declarações do ministro, Sampaio se diz surpreso com a postura de Cardozo, segundo ele, um político com caráter mais "técnico"."O que se percebe, claramente, é que ele começa a ter a intenção de dar pitaco em assuntos paulistas. É evidente que ele está querendo se posicionar", afirma o deputado.
 
Nesse ínterim, alheia às disputas políticas, a violência continua a fazer novas vítimas. Na madrugada do último sábado (15), em um bairro nobre da capital, mais três pessoas foram assassinadas em uma chacina na porta de um restaurante. Já os manifestantes continuam focados na queda da tarifa de ônibus e programam para segunda-feira (17) um novo protesto


Alckmin contra quem?

 
Sem concorrentes dentro do partido e amparado em uma aprovação recorde, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) aguarda a definição do candidato petista que irá enfrentá-lo em 2014.
 
Nos bastidores do PT, as possibilidades elencadas vão desde os ministros Alexandre Padilha (Saúde), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Guido Mantega (Fazenda), passando pela volta do ex-presidente Lula e chegando ao acordo que cederia a cabeça da chapa para o PMDB – em troca da liberação da vaga de vice-presidente para o PSB.
 
Embora o escopo de alternativas, aparentemente, seja amplo, o consenso é que a disputa deve ficar entre dois companheiros de Esplanada dos Ministérios: José Eduardo Cardozo e Alexandre Padilha.
 
Para desmentir qualquer boato de que seja candidato, Cardozo, em entrevista aoUOL, disse que as pesquisas ainda são "embrionárias" e elogiou Padilha. "Eu acho que ele seria um excelente candidato para São Paulo. Uma pessoa que tem uma gestão importante no Ministério da Saúde e que reúne credenciais e experiência necessária para ser um excelente candidato."
 

Dentro do PT

 
Internamente, segundo petistas ouvidos pelo UOL, a situação é um pouco diferente. Integrante da corrente majoritária Construindo um Novo Brasil (CNB), Padilha tem ao seu lado um número de liderança superior ao de Cardozo, membro da minoritária Mensagem ao Partido. Além disso, segundo integrantes da CNB, o ministro da Justiça não tem uma vida partidária tão atuante e por isso não atrai a principal arma do PT, a militância.
 
"Hoje, se considerarmos apenas a possibilidade do candidato petista, as chances seriam de 90% para o Padilha e 10% para Cardozo", afirma um deputado da CNB. Diante da situação desfavorável, integrantes da Mensagem ao Partido têm comemorado o espaço dado nos últimos meses pela mídia para que o ministro entre na discussão de temas paulistas. Para eles, mostrar que a segurança pública é o calcanhar de Aquiles do governo tucano é a única forma de fortalecer o nome de Cardozo no partido.
 
"O Padilha é militante, mas não tem uma gestão no ministério que seja reconhecida no Estado como ótima", acrescenta um deputado aliado de Cardozo, antes de reclamar da pressão de membros da CNB para que a escolha seja antecipada. "Eles querem antecipar para evitar que o Cardozo se fortaleça. Nesse momento o Padilha é mais forte e por isso querem decidir já", afirma.
 
Além disso, para agregar força, a Mensagem articula desistir do nome do deputado Paulo Teixeira na disputa pelo comando da sigla no Estado. A tática seria apoiar o ex-prefeito de Osasco Emídio de Souza, que faz parte da CNB para, em troca, angariar mais simpatizantes à candidatura de Cardozo.
 
De fato, o único pensamento que liga os integrantes de todas as correntes petistas é que a escolha depende do ex-presidente Lula abraçar ou não a candidatura. De quem quer que seja.