sábado, 16 de março de 2013

Temos que ter uma verdadeira simbologia sobre a vida, não vai adiantar de certas formas criarmos coisas ou situações que venham querer prejudicar nossas vidas. Mais como será que iremos fazer isso para melhorar nossas vidas servindo a Deus, pós tenho eu certeza na minha fé que Deus é o único e verdadeiro amigo que pode nos ajuda.
Muita das vezes procuramos ajuda em pessoas que não nem nos dar o dedo mindinho como ajuda, mas Deus pra nos ajuda estende suas duas mãos e nos levanta para uma nova caminhada com Ele, Deus Ele não tem prazer em ver nossa derrota mas tem prazer em ver nossa vitória, más será que a nossa vitória depende dEle ou de nós??? Claro que que depende de nós, pós na guerra Deus já nos deu todas as armas para a batalha e para que possamos vim a vencer essa guerra, então vamos em frente pós um grande trono de glória nos espera, somos todos filhos e filhas de Deus então somos príncipes e princesas e só depende de nós assumirmos nosso lugar como rei e rainha.

terça-feira, 12 de março de 2013

Japão ficar decepcionado com a China no aniversário de terremoto

O Japão afirmou nesta terça-feira (12) estar 'decepcionado' com a ausência da China nas cerimônias oficiais do segundo aniversário do terremoto e do tsunami de março de 2011, que Pequim boicotou pelo "tratamento diplomático" concedido a um representante de Taiwan.
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"O governo japonês explicou a China que trataríamos Taiwan com propriedade nesta cerimônia, levando em consideração o enorme apoio que ofereceu ao Japão quando, há dois anos, se viu afetado por este desastre", declarou o secretário-geral do governo, Yoshihide Suga.
Mas ele destacou que Tóquio informou a Pequim que "isto não mudava em nada a posição do Japão a respeito do status de Taiwan expressado na declaração conjunta sino-japonesa" de 1972.
Neste texto, o Japão reconhece Pequim como "único governo legal da China".
O ministério chinês das Relações Exteriores manifestou descontentamento porque um representante de Taiwan foi "tratado ao mesmo nível que diplomatas ou representantes de instituições internacionais". A China considera Taiwan uma província rebelde.

Presidente Barack Obama se encontra com líderes da comunidade Árabe

E - Agência Estado

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se encontrou com membros da comunidade árabe norte-americana na Casa Branca nesta segunda-feira, antes de sua viagem à Israel, Palestina e Jordânia, afirmou um porta-voz dos EUA.
Durante o encontro, Obama reiterou que sua viagem ao Oriente Médio não era "dedicada a resolver uma questão de política específica, mas, sim, uma oportunidade de consultar a Jordânia, Israel e a Autoridade Palestina sobre uma ampla gama de questões", disse um porta-voz.
Obama "ressaltou que a viagem é uma oportunidade para que ele demonstre o compromisso dos EUA em relação ao povo palestino - na Cisjordânia e em Gaza - e a parceria com a Autoridade Palestina, enquanto ela continua a construção de instituições que serão necessárias para criar um Estado palestino verdadeiramente independente", disse a fonte.
Durante a visita, Obama também deve reiterar o compromisso dos Estados Unidos com a segurança de Israel ao falar "diretamente ao povo israelense sobre a história, interesses e valores que partilhamos", afirmou o porta-voz.
Os quatro grupos que se reuniram com Obama, incluindo o Comitê Árabe-Americano Anti-Discriminação, disseram em um comunicado que os Estados Unidos poderiam mediar "uma resolução pacífica e duradoura para o conflito israelense-palestino - resolução que é essencial para a segurança de longo prazo no Oriente Médio".
A reunião de segunda-feira da Casa Branca, que não foi incluída na agenda oficial de Obama, ocorre quatro dias após o líder dos EUA manter conversações semelhantes com representantes da comunidade judaica norte-americana.
Durante a reunião, Obama havia sinalizado que não levaria uma grande iniciativa de paz para o Oriente Médio quando chegar em Israel em sua primeira visita como líder dos EUA. As informações são da Dow Jones.

Senado dos EUA introduz legislação sobre financiamento

AE - Agencia Estado

WASHINGTON - Os parlamentares do Senado dos Estados Unidos apresentaram uma legislação na segunda-feira à noite que se esquiva do financiamento de dois dos programas do presidente Barack Obama sob a Affordable Care Act e a revisão de regulamentação financeira Dodd-Frank.
O projeto conta com apoio bipartidário e deve ser aprovado pelo Senado.
Apesar de controlar o Senado, os democratas optaram por evitar uma disputa com os republicanos e não tentaram incluir o financiamento para programas que expandem a supervisão regulamentaria do setor financeiro e para determinados programas no âmbito do projeto de lei de saúde de 2010.
Em vez disso, os democratas aceitaram um projeto que foi aprovado na Câmara dos Representantes que estendia o financiamento do governo federal nos níveis atuais e o revisava apenas adicionando financiamentos específicos para agências como o Departamento de Segurança Interna e os Departamentos de Comércio e Justiça. O projeto de lei inclui o impacto de US$ 85 bilhões de cortes no orçamento, que começaram a ser implementados em 1 de março.
Assessores democratas do Senado disseram que esperam obter a aprovação da legislação até o final da semana, quando, em seguida, ele retorna à Câmara para nova votação. Um assessor sênior da Câmara disse que é muito cedo para determinar se haverá quaisquer problemas que pressionem o projeto revisado para Câmara novamente.
Os líderes republicanos do Senado estão mantendo os membros de seu partido na Câmara informados sobre as alterações no projeto de lei para evitar obstáculos de última hora. Eles desejam enviar o projeto para o presidente antes do prazo estabelecido de 28 de março.
Os líderes do Congresso de ambos os lados têm afirmado nos últimos dias que eles têm pouco apetite para um confronto que poderia colocar em risco uma paralisação do governo por causa de outras crises fiscais, o que quase descarrilou a economia dos EUA nos últimos dois anos.
Se o projeto for aprovado no Senado e na Câmara, a atenção se deslocará para duas propostas sobre o ano fiscal de 2014, que devem ser revelados por republicanos da Câmara e democratas do Senado nesta semana. Eles devem propor uma visão muito diferente do papel do governo na próxima década e a urgência com que os déficits orçamentários federais precisam ser resolvidos. As informações são da Dow Jones.

Cura de bebê com HIV nos Estados Unidos aumenta esperanças e eleva dúvidas

Reuters

O notável caso de um bebê nos Estados Unidos que foi curado da infecção pelo vírus HIV graças a medicamentos comuns gera novas esperanças de erradicação da Aids infantil no mundo, mas cientistas dizem que isso ainda depende de muitas pesquisas adicionais e do surgimento de diagnósticos muito mais precisos.
Uma menina do Mississippi que nasceu contaminada pelo HIV, em julho de 2010, começou a ser tratada 30 horas depois do parto, e assim continuou por 18 meses. Ela agora está considerada curada, segundo anúncio feito no domingo pela pesquisadora Deborah Persaud, da Universidade Johns Hopkins, de Baltimore, durante a Conferência Sobre Retrovírus e Doenças Oportunistas, em Atlanta.
"Do ponto de vista clínico, isso significa que se você conseguir colocar um bebê infectado sob drogas antirretrovirais imediatamente depois do parto, será possível prevenir ou reverter a infecção, essencialmente curar o bebê", disse o pesquisador Steven Deeks, da Universidade da Califórnia, em San Francisco, que também participa da conferência, onde o caso foi apresentado nesta segunda-feira a especialistas.
Deeks e outros apontaram o caso como um grande avanço rumo à cura de bebês que contraiam o HIV no nascimento. Mas os pesquisadores também disseram que seria necessária uma forma melhor de diagnosticar a presença do vírus, um processo que pode levar até seis semanas.
"Isso poderia ter um efeito profundo sobre como abordamos bebês nascidos de mães soropositivas", disse Deeks.
O tratamento das mães soropositivas antes do parto é a melhor forma de prevenir a contaminação do bebê, dizem especialistas, mas mesmo em um país rico como os Estados Unidos nascem anualmente 100 a 200 bebês soropositivos, segundo Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas. Em todo o mundo, estima-se que nasçam até mil bebês soropositivos por dia.
O diretor-executivo do Programa Conjunto da ONU para o HIV/Aids, Michel Sidibé, disse que a notícia "nos dá grande esperança de que uma cura para o HIV em crianças é possível", mas também indica a necessidade de mais pesquisa e inovação, "especialmente na área do diagnóstico precoce".
Fauci disse que o caso da menina é uma importante "prova de conceito", mas alertou que é apenas um caso, que precisaria ser ainda mais validado.
"A verdadeira pergunta é se isso poderá ser amplamente aplicado a outros bebês", afirmou.
Segundo ele, a ausência de um diagnóstico mais preciso abre a possibilidade de que crianças sejam expostas a um tratamento prematuro com drogas muito tóxicas, mesmo que não tenham chegado a ser contaminadas.
No caso da menina do Mississippi, havia o entendimento de que ela estava sob risco extremo de contrair o vírus da mãe, e que por isso o tratamento completo começou assim que ela nasceu - em vez de que fossem administradas doses preventivas mais baixas, até que exames esclarecessem a situação.
Fauci disse que ainda não é hora de alterar os protocolos de tratamento para bebês que nascem infectados. "É um caso isolado. Temos de ser cuidadosos com isso."

(Reportagem de Julie Steenhuysen)

Volume de vistos dos EUA para brasileiro cai 26%

EQUIPE AE - Agência Estado

O volume de vistos para brasileiros irem aos Estados Unidos caiu 26% em fevereiro na comparação com o mesmo período de 2012. Enquanto em fevereiro de 2012 foram emitidos 95.078 vistos, no mesmo mês de 2013 o volume ficou em 70.078, informou a Missão Diplomática dos Estados Unidos no Brasil.
As quatro missões diplomáticas dos EUA no País aptas a emitir autorizações registraram queda no mês. Brasília obteve o maior recuo, de 42%, lançando 8.362 vistos. Na sequência, aparece Recife, que expediu 5.151 permissões, queda de 40%. O Rio processou 19.899, recuo de 32%, e São Paulo concedeu 36.853 vistos, declínio de 13%.
Já a média de requerentes teve aumento de 8%, passando de 5.004 em fevereiro de 2012 para 5.405 no mesmo mês deste ano. A única praça que registrou aumento na procura, no entanto, foi a capital paulista. Em fevereiro, a capital teve 2.835 pedidos de visto, 27% a mais que em fevereiro de 2012. Na capital fluminense, foram solicitados 1.531 vistos, diminuição de 1%. Na capital federal, foram requeridas 643 autorizações, 16% menos, e na capital de Pernambuco, foram assinalados 196, baixa de 17%.
O tempo médio de espera para entrevistas de vistos teve redução expressiva no espaço de um ano. Enquanto em fevereiro de 2012 o tempo médio de espera no Rio era de 21 dias, hoje está em três. Em São Paulo, esse período baixou de 17 para 2 dias, em Brasília passou de 10 para 2 dias e no Recife caiu de 3 para 2 dias.
Em fevereiro, terminaram no Consulado dos EUA na capital paulista obras de expansão que quase dobraram a capacidade de atendimento, que agora chega a 6 mil requerimentos por dia. O quadro de funcionários norte-americanos no consulado também dobrou, chegando a 50, além dos 70 brasileiros. Além disso, os 20 guichês de entrevistas foram ampliados para 25.

PIB dos Estados Unidos cresce 0,1% e fica abaixo de projeções

WASHINGTON - O Estado de São Paulo

A economia dos Estados Unidos cresceu muito pouco no quarto trimestre, embora um desempenho um pouco melhor nas exportações e menos importações tenham levado o governo a descartar uma estimativa anterior, que indicava contração. O Produto Interno Bruto (PIB) americano cresceu a uma taxa anual de 0,1%, informou ontem o Departamento de Comércio, ante alta de 0,5% prevista por analistas em pesquisa da Reuters.
A taxa de crescimento foi a mais lenta desde o primeiro trimestre de 2011, e distante do que é necessário para alimentar uma queda mais veloz na taxa de desemprego. Entretanto, muito da fraqueza veio de uma desaceleração no acúmulo de estoques e uma forte queda em gastos militares. A expectativa é que esses fatores sejam revertidos no primeiro trimestre.
Os gastos do consumidor foram mais robustos comparativamente, embora tenham apenas expandido a uma taxa anual de 2,1%.
Como os gastos domésticos alimentam cerca de 70% da atividade econômica nacional, esse ritmo ainda fraco de crescimento sugere que o impulso na economia foi bem modesto ao entrar no primeiro trimestre, quando apertos fiscais significativos começaram.
Inicialmente, o governo havia estimado que a economia encolhera a uma taxa anual de 0,1% nos últimos três meses de 2012. Isso havia chocado os economistas. O relatório de ontem mostrou que as razões do declínio foram, em sua maioria, aquelas que já tinham sido inicialmente estimadas. Os estoques subtraíram 1,55 ponto porcentual da taxa de crescimento do PIB durante o período, um peso um pouco maior do que o estimado inicialmente. Os gastos com a defesa caíram 22%, cortando 1,28 ponto do crescimento, como na estimativa anterior.
Pontos positivos. Porém, houve alguns pontos relativamente positivos. As importações caíram 4,5% no período, o que favoreceu a taxa de crescimento geral, porque foi uma queda maior do que no terceiro trimestre. A compra de mercadorias de estrangeiros tira dinheiro da economia, subtraindo do crescimento econômico.
O que também ajudou a reverter a visão inicial de contração foi o fato de as exportações não terem caído tanto durante o período quanto o governo havia calculado ao divulgar sua preliminar do PIB em janeiro. As exportações foram afetadas por uma recessão na Europa, desaceleração da economia chinesa e problemas portuários relacionados a tempestades.
Excluindo o volátil componente dos estoques, o PIB subiu a uma taxa revisada de 1,7%, em consonância com as expectativas. A alta das vendas finais de bens de serviços havia sido estimada anteriormente a um ritmo de 1,1%.
Os gastos empresariais foram revisados para mostrar mais crescimento durante o período do que o previsto inicialmente, acrescentando cerca de 1 ponto porcentual à taxa de crescimento. / REUTERS